O Pack to the Future não é um evento de nomes. É um evento de perspectivas.
Cada palestrante é selecionado a partir do conteúdo — não o contrário. O processo começa pela pergunta que a sessão precisa responder, e avança para quem tem a autoridade real para respondê-la: quem implementou, quem mede, quem decide, quem viu de dentro.
Os confirmados são anunciados abaixo à medida que as confirmações são fechadas.
Com mais de 20 anos de experiência na cadeia produtiva de embalagens plásticas, atua na análise de cenários econômicos e estratégicos para a indústria. Como diretor da Tecnofilme, liderou processos de transformação e reposicionamento de mercado, utilizando inteligência de dados para apoiar decisões de negócio. Atualmente, compartilha sua experiência em tendências econômicas, competitividade e os impactos da transformação tecnológica na indústria, auxiliando empresas a se prepararem para os desafios e oportunidades do futuro.
Há processos em uma gráfica ou convertedora que nunca apareceriam em um Mapeamento de Fluxo de Valor como atividades que o cliente paga diretamente. Ainda assim, são elas que muitas vezes determinam a rentabilidade do negócio.
Com Inteligência Artificial, essas áreas deixam de ser apenas funções de apoio e passam a se tornar verdadeiras alavancas de geração de valor.
Imagine comprar matérias-primas no melhor momento, considerando logística, câmbio e tendências de mercado. Conceder crédito com muito mais velocidade e segurança em um cenário de alta inadimplência. Saber exatamente quando acelerar as vendas de uma determinada linha de produtos, em uma região específica ou para um perfil de cliente, acompanhando em tempo real as mudanças no comportamento de compra.
Isso não é ficção científica. É o que já está acontecendo.
Na palestra de Erasmo Fraccalvieri , você verá aplicações reais de Inteligência Artificial que estão transformando a gestão de gráficas e convertedoras muito além do chão de fábrica. Uma visão prática, estratégica e provocativa que conecta tecnologia, finanças, vendas, suprimentos e tomada de decisão — mostrando como a IA pode se tornar uma vantagem competitiva para empresas do setor.
Depois dessa palestra, dificilmente você enxergará a Inteligência Artificial da mesma forma.
Engenheiro mecânico com mais de 15 anos de experiência na indústria de embalagens flexíveis. Atualmente é Gerente Industrial da Flexopower, onde lidera equipes de engenharia e produção no desenvolvimento de soluções tecnológicas para impressão e conversão de embalagens. Com atuação voltada à inovação, eficiência industrial e relacionamento com clientes, alia experiência técnica à visão de gestão para impulsionar a evolução da indústria de embalagens.
Durante décadas, os maiores ganhos de produtividade da indústria gráfica e convertedora vieram de máquinas mais rápidas, mais precisas e mais automatizadas. Agora, a próxima revolução está acontecendo em outro lugar: na inteligência que toma decisões ao lado do operador.
A Inteligência Artificial não substitui automação, sensores ou IoT. Ela potencializa todos eles.
Cada minuto perdido em setup, acerto de cores, registro, controle de viscosidade, diagnóstico e solução de problemas, manutenção ou tomada de decisão representa custo, desperdício e capacidade produtiva desperdiçada. São justamente esses momentos que a IA começa a transformar.
Nesta palestra, Saulo Figueiredo apresenta um panorama claro e objetivo sobre onde a Inteligência Artificial já está gerando resultados na impressão. Você entenderá como assistentes inteligentes aceleram o aprendizado dos operadores, reduzem o tempo de máquina parada, antecipam falhas, apoiam decisões técnicas e tornam os processos mais previsíveis e eficientes.
Mas a verdadeira provocação está no futuro.
À medida que a IA assume um papel cada vez mais ativo na operação, a indústria caminha para um novo paradigma: a fábrica autônoma. Um ambiente em que máquinas, sistemas e pessoas trabalham de forma integrada para reduzir desperdícios, aumentar a produtividade e aproximar tecnologias convencionais, como offset e flexografia, dos níveis de eficiência e flexibilidade da impressão digital.
Mais do que entender uma nova tecnologia, esta palestra convida você a enxergar como a Inteligência Artificial pode redefinir a competitividade da impressão nos próximos anos.
Executivo, conselheiro e especialista em estratégia, governança e M&A, com mais de 40 anos de experiência nos setores de embalagens, metalmecânico, cerâmico e implementos rodoviários. Fundador e CEO da VITA NEGOTIALIS, assessora empresas e famílias empresárias em crescimento estratégico, sucessão, internacionalização e geração de valor. Atuou por mais de 15 anos na ALL4Labels Global Packaging Group, onde liderou operações na América Latina, Europa Central e projetos globais de fusões e aquisições, participando de mais de 25 transações de M&A na América Latina e Europa.
Durante anos, o valor de uma gráfica ou convertedora foi medido por indicadores tradicionais: carteira de clientes, parque fabril, rentabilidade, participação de mercado e geração de caixa.
Mas um novo fator começa a ganhar peso nas decisões de investidores estratégicos e fundos de investimento: a capacidade da empresa de transformar Inteligência Artificial em vantagem competitiva.
Em um mercado altamente competitivo, com centenas de empresas disputando compradores e investimentos, eficiência operacional já não basta. O verdadeiro diferencial está em construir um negócio mais escalável, previsível, resiliente e menos dependente de conhecimento individual — características que a IA pode potencializar de forma decisiva.
Nesta palestra, Fernando Gabel reúne duas experiências raramente encontradas na mesma pessoa: sua atuação em fusões e aquisições no setor gráfico e convertedor e sua dedicação ao estudo da Inteligência Artificial aplicada aos negócios.
O resultado é uma nova perspectiva sobre criação de valor empresarial. Mais do que reduzir custos ou aumentar a produtividade, você entenderá como a IA pode fortalecer os fundamentos que tornam uma empresa mais atrativa para investidores, ampliar seu potencial de crescimento e aumentar seu valor em um futuro processo de venda, sucessão ou captação de recursos.
Porque, nos próximos anos, a pergunta poderá deixar de ser “quanto a sua empresa lucra?” para incluir também “o quanto ela aprendeu a usar Inteligência Artificial para crescer melhor do que seus concorrentes?”
CEO da The Hope Economy, organização dedicada a conectar capital, inovação e mercados para acelerar soluções de impacto social e ambiental. Com mais de uma década de experiência em sustentabilidade e inovação, atua no desenvolvimento de modelos de negócios que unem crescimento econômico e geração de valor para a sociedade. É Executive Fellow do World Economic Forum, contribuindo para a agenda de sustentabilidade da COP30 e para iniciativas voltadas à colaboração entre setor privado, inovação e desenvolvimento sustentável.
O futuro da indústria de embalagens e rótulos não será definido por uma única tecnologia, uma nova regulamentação ou um movimento geopolítico. Será moldado pela convergência de transformações que já estão redesenhando a competitividade global.
Inteligência Artificial. Manufatura inteligente. Novos materiais. Transição energética. Mudanças no consumo. Reconfiguração das cadeias globais. A desaceleração da economia chinesa e a expansão internacional de suas empresas. As novas exigências ambientais dos grandes brand owners.
Separadamente, cada tema já merece atenção. Juntos, eles mudam as regras do jogo.
Após participar do Fórum de Verão do World Economic Forum, em Dalian, Gui Brammer reúne nesta palestra os principais sinais que líderes empresariais, formuladores de políticas públicas e executivos globais estão utilizando para orientar suas decisões de longo prazo.
Mais do que apresentar tendências, a proposta é conectar esses movimentos ao dia a dia da indústria de embalagens. Como eles podem afetar investimentos, inovação, competitividade, cadeias de suprimento, desenvolvimento de produtos e a relação com clientes nos próximos anos?
Porque, em mercados de transformação acelerada, vantagem competitiva não pertence apenas a quem executa melhor. Pertence, principalmente, a quem consegue enxergar as mudanças antes dos demais.
Director Business Strategy Packaging Global e Head of Packaging & Inkjet Business EMEA na Fujifilm, onde lidera a estratégia global de negócios para embalagem e a frente de inkjet industrial na Europa, Oriente Médio e África. Com atuação direta na convergência entre tecnologia de impressão digital, sustentabilidade e estratégia de negócio, acompanha de perto como Inteligência Artificial, pressão regulatória ambiental e novas exigências de consumo estão redesenhando a produção de embalagem flexível.
Três forças estão convergindo ao mesmo tempo sobre a embalagem flexível — e poucas empresas estão olhando para elas juntas.
A primeira é regulatória. Com a PPWR europeia avançando e a pressão ambiental se espalhando para outros mercados, tinta à base de água deixou de ser diferencial de nicho para se tornar vantagem competitiva real — inclusive financeira, à medida que exigências de conformidade se tornam custo para quem não se antecipou.
A segunda é operacional. Lotes sob medida, redução de estoque parado e resposta mais rápida à demanda não são mais promessa de tecnologia — são o que separa operações com TCO competitivo das que ainda carregam capital imobilizado em excesso de produção.
A terceira é a Inteligência Artificial na pré-impressão. Fluxos de trabalho AI-driven já permitem gerar, adaptar e liberar variações de arte numa velocidade que a produção tradicional simplesmente não acompanha — abrindo caminho para personalização em escala que antes era inviável.
Separadas, cada força já justificaria atenção. Juntas, apontam para uma única direção: embalagem verdadeiramente personalizada para cada consumidor, produzida sem excesso, sem desperdício e sem o compromisso ambiental que o mercado não vai mais tolerar.
Manuel Schrutt, que lidera estratégia global de embalagem e o negócio de inkjet da Fujifilm na Europa, Oriente Médio e África, traz nesta palestra uma visão de dentro de quem acompanha essa convergência em escala internacional — inkjet à base de água, alta performance e TCO competitivo como alavanca real, não como discurso de sustentabilidade.
Porque a pergunta que vai decidir quem lidera essa nova fase não é apenas “quanto isso custa hoje?” — é “quanto vai custar não ter feito essa transição antes do mercado exigir?”
Com mais de 40 anos de atuação em soluções fiscais e tecnologia para o mercado brasileiro, o Grupo Skill é referência em inteligência fiscal integrada a sistemas SAP, sendo responsável pela única solução fiscal homologada pela SAP no país. Marco Faria lidera a frente de Inteligência Artificial aplicada à gestão tributária e financeira do grupo, ajudando empresas a atravessar transições regulatórias complexas sem perder controle de caixa, crédito e compliance.
A reforma tributária não vai acontecer de um dia para o outro. Ela vai se arrastar por anos, com regras novas e antigas funcionando ao mesmo tempo — e cada vez menos espaço para erro.
Para gráficas e convertedoras, esse período de transição é onde mora o maior risco financeiro dos próximos anos. Não é a alíquota final que vai doer. É o caminho até lá: pagar o imposto certo, no momento certo, sem perder o controle do caixa nem a capacidade de dar crédito para o cliente.
O mercado brasileiro já está mostrando que dá para fazer isso de forma inteligente. Segundo estudo global da SAP com a Oxford Economics, empresas brasileiras já têm retorno médio de 16% sobre o que investem em Inteligência Artificial — com expectativa de chegar a 31% nos próximos anos.
Nesta palestra, Marco Faria, do Grupo Skill — empresa com quatro décadas de experiência em soluções fiscais —, mostra como a IA já está sendo usada para acertar o pagamento de impostos durante a transição, prever o impacto financeiro de cada mudança de regra, manter o fluxo de caixa sob controle e decidir com mais segurança quem pode receber crédito.
O resultado não é só sobreviver à reforma. É sair dela mais leve, mais rápido e com resultado financeiro mais previsível — enquanto boa parte do mercado ainda vai estar tentando se organizar.
Porque a pergunta não é se a reforma vai afetar sua empresa. É se você vai atravessá-la no escuro ou com instrumento de bordo.
Aislan Baer é o curador do Pack to the Future e fundador da ProjetoPack, referência em inteligência estratégica para a indústria de embalagens, rótulos e conversão no Brasil. Na sessão de futurologia, apresenta as apostas da ProjetoPack para o setor — quais forças vão remodelar o mercado até 2030, quais modelos de negócio sobrevivem e o que os convertedores que vão liderar já estão fazendo hoje.
A indústria gráfica e convertedora carrega três problemas que, juntos, sufocam qualquer plano de crescimento: falta gente qualificada no chão de fábrica , quem fica não fica por muito tempo, e quando finalmente é hora de decidir algo que importa, o setor costuma decidir tarde — porque cisne negro e volatilidade extrema paralisam quem devia estar calculando.
A Inteligência Artificial resolve os três de uma vez . Não porque substitui gente.
Porque expande o que cada profissional consegue fazer, elevando produtividade a níveis que a operação nunca viu, e absorve o trabalho que consome tempo e não agrega quase nada — o tipo de tarefa que, hoje, ocupa boa parte do dia de quem você mais precisa em outra coisa.
O turnover alto continua sendo uma sangria. Toda vez que alguém experiente sai, sai com ele o conhecimento que a empresa levou anos para formar. Com IA, esse conhecimento pode passar a existir fora da cabeça da pessoa — como agente treinado, ou até como réplica digital de um talento que já não está mais lá.
E a capacidade de medir e criar valor com rapidez e precisão, que costuma travar justamente nos momentos de mais volatilidade, deixa de depender de intuição sob pressão.
Mas há uma condição que separa quem vai lucrar disso de quem vai perder dinheiro: a ponte entre talento humano e Inteligência Artificial precisa existir dos dois lados. Falta um dos dois, e o resultado não é zero — é ganho marginal, ou prejuízo extremo.
Nesta palestra, Aislan Baer mostra o que essa ponte parece na prática, com cases próprios da ProjetoPack — inéditos no Brasil e no exterior — que só existem porque uniram conhecimento humano específico com Inteligência Artificial como alavanca. Nenhum dos dois, sozinho, teria chegado lá.
Porque a resposta certa qualquer IA já dá. O que decide o jogo é saber qual
pergunta fazer primeiro.
O Evento PACK TO THE FUTURE 2026 é uma realização da Empresa ProjetoPack & Associados.
Referência em consultoria e treinamentos para indústrias gráficas, de impressão geral, moveleiras, fitas de borda, impressão industrial e indústrias de embalagens, etiquetas e rótulos. Também trabalha com certificações nacionais e internacionais e produz a Revista ProjetoPack, uma publicação especializada no mercado de conversão e impressão.